terça-feira, 17 de novembro de 2009

Disparo de Liberdade

O susto segue adiante,
diante dos segundos,
formando um novo tempo,
De uma guerra velha,
que são as mesmas guerras,de agora e sempre.
As tolas atitudes,por falta de atitude,repete o disparo.
A paz perdida em versos, acerta o alvo errado,
as promessas são distintas,nem por isso são libertas.
Traduzem-se em ferros,todos lado a lado.
O futuro é um fantasma,e o presente não foi dado.
Tivemos que cavar, e acha-lo nessa cova rasa.
Acender a mesma vela,que continua acesa, depois de tantas outras.
A chama queima as chances,e acende a falsa esperança,
de esperar um novo dia,
diante do velho tempo.
Paga a minha sorte,com dinheiro sujo,define a minha cota,escrevendo o destino em linha reta.
O mundo a fora dita,apenas frases tortas,
Em grades libertas,Resta-nos apenas uma pergunta...
Para uma só resposta,O que vai ser de todos, quando sobrar a guerra e faltar água?
O susto, de fato vai ser grande, mas será o ultimo assim como o primeiro,
de um aviso breve.Tempos de guerra e guerra,
Todas por paz ilusória,
E liberdade presa ao grito.

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